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A Mensagem
Adventista começou aqui em Aracaju no ano de
1924.
O seu início foi fruto do esforço transformado
em cultos familiares e depois em Conferências
realizadas na Biblioteca Pública pelo Pr.
Gustavo Stoch, enviado da Missão Baiana da qual
Sergipe pertencia, na época.
Por esse meio, conseguiu-se reunir um pequeno
grupo de irmãos que agrupou-se num salão
localizado na rua Siriri. Posteriormente, esta
pequena Congregação transferiu-se para Av. Pedro
Calazans, aguardando provisoriamente a
construção do templo na rua Itaporanga, 251.
Gravado numa placa de mármore, via-se ali
registrado o ano de 1929.
A marcha da igreja continuou lenta, até fins de
1953, quando o velho tempo, já supra nominado
foi demolido, considerando que a Prefeitura
Municipal de Aracaju, desejosa de ampliar as
ruas da cidade, indenizou o prédio.
Na ocasião, sem acomodações próprias, os membros
da igreja passaram a se reunir, na casa do irmão
José Mumbru Palares, localizado na rua Duque de
Caxias.
Nessa época, deu-se início a uma série de
Conferências realizadas pelo Pr. João Carvalho.
Feito convites à comunidade aracajuana, o lugar
escolhido foi o Instituto Histórico Geográfico
de Sergipe, local apropriado para acolher o
grande fluxo de espectadores.
Enquanto se precedia à proclamação da mensagem,
já soube a direção do Pr. Enoch de Oliveira,
concluía-se a construção deste templo, sob a
liderança do pastor distrital Isai Luduvice e a
orientação técnica do Engº Ubaldo Torres de
Araújo, na época membro dedicado à causa. |
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Sob grande
expectativa e alegria no dia 24 de setembro de
1955 todos, entre irmãos e convidados vieram
assistir à inauguração e dedicação deste templo
ao Senhor.
Num belo dia de Sábado com uma linda festa
celebrada pelo Pr. Wilcox, então Presidente da
Divisão Sul Americana, via-se realizando o sonho
do novo templo.
Completando a beleza da festa realizou-se um
lindo batismo, de algumas pessoas, fruto das
Conferências realizadas. Entre elas estavam as
nossas queridas irmãs Zenaide Prado e Genole
Barbosa.
No passado nossa igreja possuiu um lindo coral
que por muito tempo abrilhantou os nossos cultos
e bem representou a nossa igreja em cerimônias e
atos religiosos, tendo a frente os dedicados
irmãos Pr. Nilton Gomes, Manoel Soares e Ten.
Antônio, Johélimo Magalhães e posteriormente
João Alves que o amou aprofundamente.
Juntamente à existência do coral, resplandecia
no cenário de música sacra, o Quarteto Âncora,
composto pelos irmãos Gedeon Araújo – primeiro
tenor; Johélimo Magalhães – barítono; Valderli
Oliveira – 2º tenor e Neemias Reis – baixo.
Sempre solicitado para cantar nos eventos
sociais e religiosos de nossa Aracaju e demais
estados nordestinos, muito proclamou o nome de
Jesus em outras regiões.
O Quarteto Âncora substituiu dignamente, em
harmonia, vozes e mensagem, o antigo Quarteto
composto pelos irmãos Gedeon, João Alves,
Antônio Plínio e José Chagas. |
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Anexa ao
templo da igreja funcionava uma escola primária,
cuja a primeira professora foi a irmã Gilda
Palma. Seguindo-se a ela uma plêide de grandes
mestras Edvalda Andrade, Zoraide Ramos, Eunice
Barbosa, Sinolita Lemos, Helena Magalhães,
Kelita Espírito Santo, Iunar Gomes, Iolinda e
Edi Miguel.
No espaço dedicado à escola primária,
realizava-se aos sábados pela manhã, a classe
das crianças.
Passaram-se os anos, e, os adeptos da mensagem,
as fileiras da Igreja começaram a engrossar.
Sentiu-se a necessidade de ampliar o templo, já
na liderança do Pr. Jorge Rigaud Lima.
Hoje ampliada, sem contudo, atender a algumas
necessidades, podemos nos volver a Deus em
agradecimento pela maneira como Ele conduziu a
mensagem e a liderança até o presente momento.
Durante 51 anos de existência, em meio a embates
e vitórias figuraram entre nós, a energia, o
destemor, o cuidado, a solicitude, o amor e
amizade de homens que conosco fizeram a história
desta igreja, cujos nomes honraremos a seguir,
nesta coluna de saudades e gratidão... |
Isai Luduvice
Nilton Gomes
José Neves Júnior
Severino Pimentel
José Monteiro de Oliveira
José Carlos Ramos
Nelson Gomes Miguel
Aliomar Moura e Araújo
Jorge Rigaud de Lima
Zinaldo Azevedo Santos
Daniel Aragão de Almeida
Jonatan Bezerra
Moisés Oliveira
José Francisco de Souza
Eliézer de Melo Fontes Júnior
José Umberto Moura
Ibson Roosevelt Alves
José Raimundo dos Santos
e hoje conosco o Pr. Moisés Liidtke |
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Cheios de unidade e
alegria, os cristãos da igreja primitiva aumentaram em número e em
espiritualidade. Nossa igreja, hoje, precisa crescer, avançar. Mas
isto só será possível mediante a metodologia simples da Igreja
Apostólica: "Cheios do Espírito Santo" - Atos 2:4 |
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Pois bem, para dar seus três últimos recados – a
tríplice mensagem Angélica – aos habitantes da
região agreste, Deus carecia de um homem
destemido, com marcantes afinidades e têmpera
dos valentes cabodos da região. Deus encontrou
esse homem à altura dos tetas da sertania
nordestina. Tendo-o encontrado, fez dele arauto
da fé Adventista e garimpeiro de almas, no vale
do “Velho Chico” – o rio da integração nacional.
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A mensagem Adventista penetrou no Brasil por
meio da página impressa no ano de 1879, de
maneira interessante.
Em 1878, Bhurchard, jovem alemão que morava em
Brusque, Santa Catarina cometera um crime e para
escapar da justiça local, foi ao porto de Itajaí
e embarcou clandestinamente num navio. Já
distante do Brasil, foi descoberto pelo
comandante, que o obrigou a trabalhar a bordo
como tripulante.
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No dia 18 de julho de 1894, partiu de Nova
Iorque rumo à América do Sul, o pastor Francisco
Westhephall, com a esposa e os filhos. Chegou a
La Plata, Argentina, no dia 18 de agosto. Deixou
sua família em Buenos Aires e começou sua
primeira viagem missionária por Entre Rios, onde
havia alguns observadores do Sábado um deles era
Jorge Riffel.
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Em apenas um século e meio a Igreja
Adventista do Sétimo Dia
tem crescido de um punhado de pessoas, que
diligentemente estudaram a Bíblia em procura da
verdade, para uma comunidade mundial de mais de
oito milhões de membros e, outros milhões, que
consideram a Igreja Adventista
seu lar espiritual. Doutrinariamente, os
Adventistas do Sétimo Dia são
herdeiros do supradenominacional movimento
Milleriano da década de 1840. Embora o nome "Adventista
do Sétimo Dia" tenha sido escolhido em
1860, a denominação não foi oficialmente
organizada até 21 de maio de 1863, quando o
movimento incluia cerca de 125 Igrejas e 3.500
membros.
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